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    A Vida de Beatriz

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    CHX
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    A Vida de Beatriz

    Mensagem por CHX em Sab Jan 08, 2011 5:27 pm

    Beatriz era uma linda garota, que vivia em sua linda casa. E ela tinha uma irmã, que se chamava Aline. Beatriz era uma garota sincera, educada. e gostava de andar de bicicleta, e havia nascida no dia 8 de Abril de 1977, e portanto já era bem moça, e quando saia de bicicleta, ia para bem longe.

    E aquele dia era o dia primeiro de abril de 1992, uma quarta feira. E, ela tinha saído com a sua bicicleta vermelha, e tinha pego uma estrada de terra. Bom. Mas a Beatriz não tinha só uma irmã, mas tinha outras irmãs e também tinha irmãos. E uma outra irmã dela era a Paulinha, que se chamava Ana Paula Cristina Xavier. E, ela a Beatriz, se chamava Beatriz Isabela Michele Xavier.
    E pedalando, pedalando, ela andando por aquela estrada de terra, foi indo para muito longe de sua casa, daonde ela morava. Para onde será que a Beatriz está indo?
    E pelo caminho Beatriz ia contente e alegre, sorridente. e feliz, e alegre cantava um belo hino de Louvor a Deus. E, de repente, viu a sua frente uma Comunidade que vivia bem afastada da cidade, que não tinha energia elétrica, nem asfalto. Mas, o que importava? Era o tipo de vida que ela gostaria de ter. Ela bem que gostaria de morar num lugar assim: afastado da cidade, afastado dos transtornos dos centros urbanos, afastada dos perigos das ruas da cidade onde vivia.
    E, bem nas proximidades da entrada daquela Comunidade, que se chamava "A COMUNIDADE", tinha uma plantação de frutas, e ali havia muitas garotas colhendo frutas. Aquelas garotas vestiam vestido azul-claro com listra branca. E calçavam sandálias brancas ou tamancos pretos. E eram todas essas garotas negras, assim como a Beatriz o era.
    E de repente o céu começou a se fechar e se viu nuvens escuras no céu, e era sinal de que viria em breve uma forte chuva, que possivelmente perduraria horas. E Beatriz olhou para o céu, e nisso viu que o tempo não estava bom. O que fazer agora? Será que vai dar tempo para chegar em casa? E em seu coração orou a Deus, assim:
    "Senhor, estou preocupada. Não sei o que fazer, pois vai chover. Se tentar voltar posso me olhar. E se ficar, também me molharei, pois não moro aqui e a ninguém conheço neste lugar. Mas, bem sei que tu és Aquele que nos protege e nos guarda e nos faz encontrar a solução aonde não há. Em ti confio. E tenho a certeza de que tu hás de me dar a solução. Portanto, Pai Celeste, te agradeço por tudo o que me hás de fazer. E te agradeço por essa chuva que Tu hás de mandar agora. Amém!"
    E ela ficou ali, e de repente apareceu uma garota branca, que morava ali na Comunidade e lha falou:
    - Vai chover, e se ficares aí vai se molhar.
    E, ela, a Beatriz, disse:
    - Bem sei, mas não tenho para onde ir. Minha casa fica longe daqui, na cidade
    E, aquela garota, lha disse:
    - Não temas. Se tu viestes para cá é porque Deus a trouxe. E venha para a minha casa. É uma casa pequena, mas bem aquecida. E deves já estar com fome.
    E, assim a Beatriz foi com aquela menina, que logo se apresentou a ela, e ela a Beatriz se apresentou a aquela garota. E aquela garota se chamava Eloísa.
    A casa da Eloísa era igual a de todas as casas daquela comunidade. O fogão era a lenha, as casas não tinham energia elétrica, e nem havia geladeira e nem nada das coisas modernas. Mas, havia o mais importante: a unidade familiar, o amor entre as pessoas, o bom relacionamento familiar. Os filhos e filhas eram obedientes, e os pais e as mães eram amorosos. Os rapazes respeitavam as garotas e as garotas respeitavam os rapazes.
    Na casa da Eloísa, haviam 7 quartos, mais a sala, banheiro, cozinha. E, as panelas eram daquelas bem antigas, e os pratos eram daqueles de antigamente.
    E, logo como era costume naquela comunidade, a família da Eloísa apresentou a Beatriz a toda a aquela comunidade. E a Beatriz foi bem vinda ali, bem recebida, bem acolhida por aquela comunidade. Era uma comunidade que vivia longe da sociedade, e que era regida totalmente por valores morais. Se um emprestava alguma coisa, aquele que pegava emprestado, no fim da tarde antes do sol se baixar, ia na casa de quem pegou emprestado, e do lado de fora, chamava o dono daquilo que havia pego emprestado e devolvia aquilo que havia pego emprestado. E, se aquilo que pegou emprestado o quebrasse ou estragasse, pelo estrago o pagava em quadruplicado o valor daquilo.
    E, estando a Beatriz na casa da Eloísa, logo começou a chover. E a chuva era bem forte. E, da janela da cozinha dava para ver ao longe os raios e trovões, e ela olhando para a direção da estrada por onde ela veio, ela viu numa certa curva, em que tinha uma árvore, um raio justamente cair naquela árvore, que acabou caindo ao chão. E, ela nisso agradeceu a Deus, pois se ela tivesse querido voltar para a sua casa, ela poderia ter morrido naquele local.
    E, como bem disse uma vez, a vovózinha dela: "Se estiver com temporal melhor ficar em casa, pois se cai raio, não têm quem neste mundo possa te socorrer. Ouça bem, Beatriz, minha neta, se caso vier um tempo de chuva como esse, e estiver longe, não volte pra casa, mas busque um abrigo, e fique em tal abrigo, mesmo que seja dentro de uma montanha".
    E, ali Beatriz se lembrou desse conselho.
    E, Beatriz sentia saudades de sua casa, mas ao mesmo tempo havia achado o lugar em que gostaria de morar. Mas será que acaba tudo por aqui? Não percam a próxima página dessa linda estória, de uma linda garota chamada Beatriz.

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