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    As Aventuras de Beatriz - Segundo Capítulo

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    CHX
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    As Aventuras de Beatriz - Segundo Capítulo

    Mensagem por CHX em Sab Jan 08, 2011 5:40 pm

    Os irmãos e as irmãs do Henrique e da Beatriz, e nem a prima Amanda e nem o primo Albertino, e nem o pai e a mãe de ambos, sabiam o que ambos tinham ido tratar de tão importante num lugar isolado. E, nenhum dos dois dizia nada sobre o assunto que trataram. O máximo que diziam é que era assunto particular, e que se devia ser tratado tão somente por eles. Mas, ninguém sabia que tipo de assunto era este.
    E, a Beatriz, não era mesmo de falar de coisas que ela dizia não se dizer respeito a ninguém. E, ela e o Henrique se combinavam e muito bem. E, ambos já estavam a planejar o que haveriam de fazer, mas o que não imaginavam é a aventura em que haveriam de se meterem. E, uma aventura que nem imaginavam.
    E, enquanto planejavam o que haveriam de fazer, o Senhor Roger nem imaginava o que ambos estavam a planejar. E o que estavam a planejar haveria de mudar tudo por ali.
    E, a Paulinha, irmã dessa dupla, falou para a Débora:
    - O que será que o Henrique e a Beatriz devem estarem planejando, Débora, minha irmã?
    - Nem imagino. Respondeu a Débora. - Estão muito misteriosos, e nada dizem a ninguém. Tu bem sabes, minha irmã, como a Bia, nossa irmã, e o nosso irmão Henrique são quando estão a planejar algo. Mas, como de costume, não deverá ser nada tão sério. Sabem muito bem o que se deve ou não fazer, e já são bem grandinhos para saberem o que é certo e o que não é. Portanto, não vejo nenhum motivo para preocupações.
    E, o Simões ouvindo a conversa de ambas, olhou para ambas, e lhas disse:
    - Minhas irmãs, do jeito que eu conheço bem o Henrique, e do jeito que eu bem sei que é a Beatriz, nossa irmã, não me espantaria nenhum pouco se estivessem a planejar alguma aventura. E, portanto, é bom nos atendermos para as pistas. Qualquer coisa ou atitude dessa dupla deve ser encarado como um sinal do que estão a planejar a fazer.
    E, o Simões não deixava de ter razão, mas nem imaginava o que a Beatriz e o Henrique estavam a planejar. Aliás, ninguém naquela casa imaginava. E, o Henrique falou para a Beatriz:
    - Vamos começar explorando a montanha para ver se por ali há alguma pista do que este bilhete está querendo dizer.
    E, a Beatriz, olhou para os lados, e olhando para ele, lhe disse:
    - Concordo, Henrique, meu queridíssimo irmão, mas temos que tomar todo cuidado, pois a montanha é bem grande, e nem se sabe o que deve haver por dentro daquela montanha, pois nem cheguei a explorar toda aquela montanha ainda. E, tu bem sabes o como eu vivo a explorar aquela montanha.
    E, ele, olhou para ela, e lha disse:
    - Por isso que eu gosto de ti, minha irmã, pois tu entendes tudo o que eu quero. E tu és a minha irmã preferida.
    E, ela, olhou bem nos olhos dele, e lhe disse:
    - Henrique, não vás a ficar dizendo isso, pois se as nossas irmãs te ouvirem dizendo o que acabastes de me dizer aqui agora, eu estou ferrada, pois aí elas irão ficarem bravas comigo.
    E, em seguida, riram. E, a Aline, que passava por ali, olhou para o Henrique e para a Beatriz, e disse:
    - Ouvi tudinho o que estáveis a falar., e bem sei o que estais a planejar. E, Henrique, e eu? Preferes mais a Beatriz do que a mim? pois eu também sou sua irmã, e gosto de você, meu irmão querido.
    E, ele, o Henrique, ficou sem saber o que dizer diante daquela situação, pois ali estavam duas de suas irmãs, e agora nem sabia o que responder. E, a Beatriz e a Aline ficaram olhando para ele, para ouvir o que ele tinha a dizer nessa situação. E, ele mesmo se viu na situação em que acabava de se encontrar. "O que dizer? Como sair de tal situação? Como não chatear nenhuma de suas irmãs?" Eis as perguntas que Henrique fazia para si mesmo naquela situação.
    E, a Beatriz, sua irmã, lhe complicando ainda mais, olhou para ele, e lhe disse:
    - Também estou interessada nessa sua resposta. O que tens a dizer, Henrique, meu irmão? Bem sabes, que aqui tens eu e a Aline, nossa irmã. E, tu tens que nos dar agora uma resposta. E, se não responderes vais a ficar mal para o seu lado. E, com certeza, tu não queres isso, né, nosso irmão?
    E, o Henrique, olhando para ambas, respondeu:
    - Bom, Aline, eu não gosto mais da Beatriz do que de você; E, minhas irmãs, eu gosto de vocês igualmente. E, não precisam ficarem disputando uma com a outra, se é a irmã que eu mais gosto.
    E, a Aline, tendo ouvido isso, olhou bem nos olhos dele, e lhe disse:
    - Bom, Henrique, bonitas palavras. Mas, tu dissestes, e eu ouvi muito bem, o seguinte para a Beatriz: "Tu és a minha irmã preferida". E, isso, não adianta agora negar. Tu preferes a Beatriz, e isto que tu dissestes agora, só com o intuito de querer me agradar a mim e a ela, não muda o fato de você preferir a nossa irmã, Beatriz. E, portanto, meu irmão, eu estou muito chateada contigo. E, não adianta, agora, se desculpar pelo que dissestes, ou dizer que eu entendi muito mal, pois eu entendi perfeitamente. Até mais, Henrique. E, Beatriz, aproveite que o Henrique, nosso irmão, prefere a você. e se quiseres depois conversar comigo, tu sabes aonde me encontrar: no meu quarto.
    - Tá bom, Aline. Falou a Beatriz pra ela.
    E, ela, a Aline, saiu dali imediatamente, sem dar chance para o Henrique falar nada. E, o Henrique se sentou, e olhou para a Beatriz totalmente desconcertado, como sem saber o que fazer, e olhando fixamente para a Beatriz, sua irmã, falou para ela:
    - Beatriz, não sei agora o que fazer. Deixar a Aline, nossa irmã, chateada, era a pior coisa que me poderia acontecer. Ela é muito sentimental, e assim como você, se chateia facilmente. Não sei. Não consigo entender por que ela se chateia tanto assim. Não sei como dizer algo que não a deixe chateada. Sabe, minha irmã, eu gosto da Aline, nossa irmã. Gostaria que ela entendesse uma coisa: que eu não a menosprezo, que eu quero que ela seja feliz. Mas, eu não sei como dizer para ela. Mas, também, eu sou cabeça dura. Tinha que dizer que preferia mais a você? Bom. Disse. Mas, não devia ter dito. Fiz mal, pois gosto tanto de você como das nossas outras irmãs. E, não quero, Beatriz, deixar nenhuma das nossas irmãs chateadas, e nem a você. Mas, eu não sei o que fazer. Às vezes, digo algo, sem saber, e só depois que vejo as reações negativas e tendo contornar a situação, é que percebo o mal que fiz. Mas, já é tarde demais. O que eu faço, minha irmã?
    E, a Beatriz, olhou para ele, e pensou um pouco, e lhe disse:
    - Calma, Henrique, meu irmão. Ninguém aqui é perfeito. Vamos analisar a questão e buscar os meios necessários para resolver esse problema. Se quiser, eu posso conversar com a Aline.
    - Como se você conversando com ela fosse adiantar ou resolver o problema. Falou o Henrique.
    E, a Beatriz, olhou fixamente para a cara dele, e lhe disse:
    - Bom, Henrique, meu irmão, tu queres que esse problema seja resolvido. E, nisto, eu estou de acordo, pois tu queiras ou não, eu sou a causa disso tudo, pois tu dissestes que eu era sua irmã preferida. E, portanto, como consenti nisso, eu me torno também responsável pelo problema, que se não for resolvido hoje, será bem pior no futuro.. E. esse problema com a Aline não é só seu, mas é também meu, pois estou envolvida nisso, tu queiras ou não. Em segundo lugar, eu apresento uma possível solução, que é eu tentar conversar com a Aline. Mas tu, como de costume, achas que não irás resolver. E, nisso pergunto: O que tu queres? O que tu desejas? Um problema resolvido? ou tu preferes que ela fique a vida inteira chateada contigo? E, terminando, mesmo que não resolva, pelo menos eu estarei tentando. Mas, ficar aqui de braços cruzados, esperando tudo cair do céu, é que eu não vou ficar. Não sei quanto a você, mas eu sou de tomar uma atitude, e de agir, e de tentar de todas as formas possíveis resolver o problema.
    E, o Henrique, tendo ouvido a sua irmã Beatriz, lha disse:
    - Tá bom, Beatriz. Vá, e converse com a Aline, nossa irmã. Só espero que esse problema seja resolvido, e já.
    E, ela foi, e o Henrique ficou ali. Mas, nem a Beatriz, nem o Henrique, e nem ninguém ali naquela casa, estava preparado para o que viria a seguir. Não estavam prontos para o que vinha a seguir.
    A Débora, vendo a Beatriz, lha disse:
    - Aonde tu vais, minha irmã, com tanta pressa assim? O que está acontecendo?
    E, a Beatriz, lha respondeu:
    - Débora, minha irmã, estou indo ao quarto da nossa irmã Aline a conversar com ela, e é assunto que interessa somente a mim e a ela.
    E, a Débora, lha falou:
    - Tudo bem. Mas, acabei de passar por lá, e ela não estava lá no quarto dela. Pensei que estivesse contigo e com o Henrique, pois ela costuma estar ou contigo ou com o Henrique.
    e, nisto, a Beatriz, não acreditando no que a Débora sua irmã acabara de falar a ela, foi ao quarto da Aline, e olhou na cama, e debaixo da cama, e em todo o espaço daquele quarto, e até mesmo no guarda-roupa, e nada. Não sabia o que dizer. Aonde estaria a Aline? Não era para estar ali? A Aline não disse que estaria ali?
    Mas, a Aline não estava ali. Será que a Aline estaria com a Sara, pois costumava estar com a Sara? Mas, por quê se preocupar tanto assim? A Aline não haveria de sair de casa, pois não era de sair sozinha. A Aline não era igual a ela.
    E, enquanto isto, o Henrique, buscava o papel, e não o achando, disse para si mesmo que a Beatriz poderia ter pego sem que ele o percebesse, e que portanto, era só ir até a Beatriz, e lha perguntar se ela tinha pego o tal papel, e o por quê. E, era só dizer para a Beatriz, para não agir mais dessa forma, e não haveria mais nenhum problema.
    E, então, o Henrique saiu a ir ao encontro da Beatriz, que devia estar junta com a Aline. Mas, não tinha idéia de que a Beatriz e a Aline não estavam juntas. E, a Sara, encontrou com ele, e lhe falou:
    - Henrique, tu vistes a Aline? Quero brincar com ela de boneca.
    E, o Henrique, lha disse:
    - Sara, a Aline, nossa irmã, deve estar no quarto dela com a Beatriz.
    E, a Sara, lha disse:
    - Passei em frente ao quarto dela e não a vi. Estou a procurar ela e não a tenho encontrado em nenhuma parte daqui de casa. E, ninguém sabe aonde ela possa estar. E, nem o Paulinho, que âs vezes, costuma saber aonde ela está, nem sabe aonde ela possa estar. Estou a procurando há um bom tempo e nada. E, tu me dizes que ela está no quarto dela, sendo que passei por lá, e lá ela não está?
    E, o Henrique, falou:
    - Bom, então vamos ver com a Débora e a Beatriz, nossas irmãs, pois elas podem terem alguma informação.
    E, foram, e encontraram a toda a Família na sala reunida, e ali não estava a Aline, e pela cara que todos ali estavam, já imaginaram. E, a Beatriz, falou:
    - Henrique e Sara, vós sabeis aonde possa estar a Aline nossa irmã?
    E, o Henrique, falou?
    - Não esta em nenhuma parte?
    - Em nenhuma. Respondeu a Paulinha.
    - O que pode ter acontecido? Perguntou a Sara.
    - É isto o que quero saber, minha filha. Respondeu a Senhora Anabelle.
    E, o Senhor Roger, falou:
    - Quem de vós a vistes por último? Houve algum problema entre vós e ela? pois não é natural que a Aline, vossa irmã, suma dessa forma, e não apareça.
    Bom. E, o que poderá ter acontecido a Aline? Para onde ela deverá ter ido? E, o tal papel?
    Bom. Continua no próximo capítulo.

      Data/hora atual: Qua Set 20, 2017 12:14 pm