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    As Aventuras de Batriz - Quarto Capítulo

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    CHX
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    As Aventuras de Batriz - Quarto Capítulo

    Mensagem por CHX em Sab Jan 08, 2011 5:45 pm

    E, foram seguindo a Rebecca, e o Renato também ia junto. A Paulinha olhou para a sua irmã Beatriz, e lha disse:
    - Que mistérios deve haver por estas bandas? Vejo que por aqui deve haver coisas que nem imaginamos ou que nem o sabemos.
    E, a Beatriz, olhou para a Paulinha, sua irmã, e lha disse:
    - Tens razão, Paulinha, minha irmã. E vais saber que mistérios são esses que se encontram por estas terras; Nem sabia que existiam essas bandas, e nunca vi tal local como este no qual estamos a andar. Mas, cá estamos, minha irmã.
    E, o Henrique, olhando para ambas, lhas disse:
    - Só espero que o Papai e a Mamãe não fiquem preocupados conosco.
    E, após uma longa caminhada, finalmente chegaram a casa da Rebecca, que era a casa do vô e da vó da Rebecca, já que a Rebecca morava ali com o seu vô e com a sua vó. E, ali chegando, os apresentou a sua vó e ao seu vô, que olhando aquelas 4 meninas e aqueles dois rapazes. ficaram os admirando.
    E, após um certo tempó de silêncio da parte de todos que ali estavam, o vô da Rebecca, falou:
    - Minha neta sirva a essas garotas e a esses rapazes, que são cá vindos, e que não sabemos daonde vieram, pois com certeza necessitam de se alimentarem.
    E, assim, a Rebecca o fez. E, ali na casa em que a Rebecca morava, se alimentaram. E, a Beatriz, não querendo comer em demasia, e não desejando exagerar no que haveria de comer, só comeu aquele tanto que considerou o suficiente para matar a sua fome.
    E, após se alimentarem se reuniram ao redor do vô da Rebecca. E, estavam interessados em saberem o por que não podiam nem se aproximarem e nem cheirarem aquelas lindas flôres daquele belíssimo jardim. E, o vô da Rebecca, olhou para a Beatriz, e reparou bem nela, e disse:
    - Pois bem, Senhorita Beatriz, tens alguma pergunta a fazer? pois vejo que estás com vontade de fazer uma pergunta, e não estás tendo coragem para tal.
    E, a Beatriz, olhou para o vô da Rebecca, e falou:
    - Bom, Senhor, quando viemos parar neste lugar, vimos um lindo jardim de flôres. Flôres bem lindas e bonitas. Mas, a Rebecca, sua neta, nos falou que não devíamos nos aproximarmos e nem cheirarmos tais flôes, e que a devíamos seguir. E, então, o que queremos saber é o seguinte: Por que não podemos nos aproximarmos de tais flôres de tal lindo jardim e nem cheirá-las? Qual o motivo para tal proibição?
    E, aquele Senhor, o vô da Senhorita Rebecca, se chamava Francisco, e era tratado como Senhor Francisco por muitos ali por aquelas bandas. E, ele, o Senhor Francisco olhou para aquelas garotas e aqueles rapazes, e se assentou em sua cadeira de balanço, e deu uma pequena olhada para o teto, e fez com que se assentassem em roda, e disse:
    - Bom, meninos e meninas, a história desse jardim proibido é uma longa história, que começou a muitos séculos antes do nosso tempo. No princípio, qualquer pessoa, o que incluía até mesmo as crianças podiam se aproximarem desse lindo jardim, e não havia problema algum, E, muitas garotas costumavam virem a esse jardim e pegarem flôres para plantarem em suas casas, pois eram as flôres mais lindas e belas que se havia em toda a Penelândia. E, muitas famílias costumavam passarem tardes nas proximidades do jardim. E, o tal jardim era para todos. Era um período maravilhoso para toda a Penelândia. Mas, num certo dia, apareceu uma mulher muito má, que queria porque queria construir um castelo nas proximidades do jardim e ter um jardim só para si. Ninguém sabia de onde ela tinha visto.
    - E o que aconteceu? Perguntou o Henrique ao ver que o Senhor Francisco, o vô da Rebecca, havia ficado em total silêncio.
    E, todos ali ficaram em silêncio. E, o Senhor Francisco, falou:
    - Bom, continuando a História, as pessoas naquela época não gostaram nenhum pouco daquilo que aquela senhora estava querendo, pois o Jardim pertencia a todos assim como todo o espaço ao redor do Jardim, e não era justo que alguém de longe, que nem conheciam, quisesse ser dona de algo que era de todos ali. E, disseram não a proposta dela e lha ofereceram uma casa muito boa, que estava sem dono, mas que estava todinha mobiliada, e era bem luxuosa. Aliás, ofereceram para ela a melhor casa de toda a Comunidade para que ela pudesse morar. Mas, aquela mulher era avarenta, e não se contentava com nada, e quanto mais tinha mais queria. Tinha bastante casas e terrenos e queria mais. E, como não conseguiu o que queria que era todo aquele jardim para si, jogou todo um veneno em todo o jardim, e um veneno muito venenoso que envenenou para sempre tal jardim e tais belas flôres.
    E, nisso, a Beatriz, tomando a palavra, disse:
    - E não têm jeito de reverter tal quadro?
    - Isso não posso vos responder. Respondeu o Senhor Francisco.
    E, se entreolharam naquele exato momento. Que veneno seria este que envenenou tal jardim a tal ponto de só o fato de se aproximar ou de cheirar tais flôres ser perigoso? Mas, de uma coisa tinham certeza: a tal mulher que fizera tal coisa era uma mulher muito má, que nunca teve amor no coração.
    E, agora? O que fariam? Como conseguirem reverter tal coisa? Será que tinha como? Ou será que não havia mais alternativa?
    E, ficaram a pensar sobre tal coisa.
    E, a Beatriz e o Henrique se puseram a olharem para o tal jardim que ficava bem distante dali. E, a Beatriz, olhou para o Henrique, e lhe disse:
    - Bom, Henrique, isso não vai ficar assim sem uma solução.
    - O que tu pretendes fazer, minha irmã? Perguntou o Henrique naquele exato momento.
    E, a Beatriz, o olhou, e lhe fez sinal para que fossem a um canto a sós. E, ele, saiu dali com ela, indo com ela a um canto a sós. E, estando sós, sem estar ninguém por perto, a Beatriz, lhe disse:
    - Pretendo investigar tal jardim. Quero ver esse jardim em toda a sua extensão. Não estou querendo, com isso, me aproximar. Mas, quero tão somente ver tal jardim em toda a sua extensão, o rodeando por todos os lados. Se caso alguma coisa me acontecer, meu irmão, console as nossas irmãs e os nossos irmãos.
    E, o Henrique bem sabia que sua irmã, quando estava decidida a fazer alguma coisa, nada lha tirava da cabeça aquilo que ela pretendia fazer. Mas, contanto, com isto que sua irmã intentava fazer, ele não podia concordar. Ele era o irmão dela, e não queria que nada acontecesse a sua irmã; Se fosse para alguém sofrer alguma coisa, não poderia ser ela, mas ele.
    E, ele, olhou para ela, e disse o seguinte para ela:
    - Minha irmã Beatriz, entendo tuas razões. E quero, assim como você, resolver tal problema. Mas, contanto, como sendo seu irmão, e como a amo, não posso deixar de expressar ou de dar a minha opinião acerca de tal assunto de suma importância. Portanto, minha irmã, se eu achei graça diante dos seus olhos, me ouça, e se atente ao que te falarei.
    E, ela, olhou para ele, e lhe disse:
    - Fale, Henrique, meu irmão, e eu te ouvirei. Escutarei claramente tudo o que tu tens a me dizer, pois achastes graça diante dos meus olhos. E, aliás, por que não te ouviria, meu irmão? Pois eu te amo, pois sou a tua irmã.
    E, ele, olhando fixamente para ela, falou:
    - Bom, minha irmã, bem sei que o que queres é tão somente fazer o bem. Mas, se fizeres o que a princípio pretendes fazer estarás colocando em risco a sua própria vida. E, além disso, podes justamente estar fazendo justamente o contrário do bom propósito que tens. E, minha irmã, já pensou no Papai e na Mamãe, e nos nossos irmãos e irmãs que ficaram lá em casa? Não é bom o que pretendes fazer. Pode haver outra forma de se descobrir como eliminar tal veneno que está no tal jardim. Mas, para isso, minha irmã. temos que procurar respostas. Teremos que sairmos e irmos para algum lugar em buscas de respostas. E, se tu fores lá e morreres, em vez de ajudar, podes em vez de ajudar, trazer sérios prejuízos. E, portanto, não concordo e não posso apoiá-la nessa sua decisão. Penses bem em tudo o que acabo de te falar.
    E, ela, tendo ouvido tudo isto que seu irmão havia dito para ela, ficou um tempo em silêncio, pensando, e sem dizer palavras alguma.
    E, ele, o Henrique, ficou a imaginar no que a sua irmã estava pensando. Ele bem sabia que os pensamentos dela eram os pensamentos dela, e que devia deixar que ela mesma, por si mesma, tomasse uma decisão. Não cabia a ele forçá-la a tomar uma decisão.
    E, após uns 7 minutos de profundo silêncio entre os dois, a Beatriz, olhou para ele, e sorrindo, lhe disse:
    - Bom, Henrique, meu queridíssimo irmão, tens razão. Não farei tal coisa que eu intencionava fazer. Mas, quero saber o que pretendes fazer acerca de tal assunto. E, também pretendo saber, que planos têm para que retornemos para a nossa casa.
    E, o Henrique, olhando para ela, lha disse:
    - Ainda estou pensando, Beatriz, minha irmã.
    E, ambos, em seguida, se reuniram aos demais. E, o Vô da Rebecca, perguntou:
    - Daonde viestes?
    E, o Henrique, lhe respondeu:
    - Senhor, estávamos andando pelo quintal da nossa casa, na Comunidade em que vivíamos, e de repente, o tempo se fechou e veio uma forte neblina. E, fomos andando por essa forte neblina tentanto voltarmos para a nossa casa. E, quando a neblina passou das nossas vistas, nos vimos por aqui, e nada vimos que recordasse a nossa terra, a nossa querida e amada Comunidade, aonde vivíamos. E, uma das coisas, às quais gostaríamos de saber é a seguinte: como podemos retornar para a nossa casa?
    E, aquele senhor, lhes respondeu:
    - Quanto a isto eu não sei. Mas, ao longe da colina, pelos lados do Castelo do Chapelão, há um homem que pode vos ajudar quanto a esta vossa questão. Mas. digo agora, principalmente para as garotas: cuidado com a senhora Cobra, que mora na metade do caminho. Ela, a muitas moças enganou, e pelo que sei, quem é seduzido pela dona Cobra jamais chega a ver novamente a sua querida e amada terra daonde veio. E, aos rapazes, principalmente o digo: cuidado com o Senhor Caim, um homem mau e homicida, que até matou o seu irmão e que aconselha irmãos a matarem e a odiarem seus irmãos e irmãs. Tanto a dona Cobra como o Senhor Caim são vizinhos bem próximos, e gostam de estarem de frente para a estrada para seduzirem e enganarem os jovens rapazes e moças.
    E, a Senhora Verônica, vó da Rebecca, falou:
    - A Senhora Cobra, costuma oferecer as garotas frutos envenenados, para que elas comam e os ofereçam aos rapazes que com elas andam. Esses frutos envenenados, estão envenenados de mentira, engano, de falsidade e hipocrisia, ódio e rancor, e quem come desses frutos envenenados começa a agir com ódio, rancor, mágoas e a fazer coisas muito más. Portanto, cuidado. Se a dona Cobra vos oferecer, não aceitem sob hipótese alguma. E, mais um recado: não olheis para a aparência, pois tanto a dona Cobra como o Senhor Caim, costumam aparecerem com aparência bonita e vistosa e não como são realmente, para que ninguém desconfie deles.
    - Tá bom. Disseram em côro. - Daremos ouvidos ao que vós nos aconselhastes, pois tais bons e ótimos conselhos são para o nosso bem, e não para o nosso mal.
    E, decidiram naquele momento a Beatriz, a Paulinha, a Aline, a Amanda, o Albertino e o Henrique, e mais a Rebecca e o Renato, que dariam ouvidos ao que foram aconselhados, e que não dariam ouvidos nem a Senhora Cobra e nem ao Senhor Caim, e que nada comeriam que a dona Cobra ou o Senhor Caim lhes oferecesse, e nem lhes dariam ouvidos, para o próprio bem deles, pois a missão que teriam agora, seria uma missão de suma importância.

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