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    As Aventuras de Beatriz - Sexto Capítulo

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    CHX
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    As Aventuras de Beatriz - Sexto Capítulo

    Mensagem por CHX em Sab Jan 08, 2011 5:49 pm

    E, enquanto a turma ia se aproximando a dona Cobra e o Senhor Caim, se preperavam para conseguirem enganarem aquela turma. Planejavam como agiriam para conseguirem ludibriarem aquelas garotas e aqueles rapazes que vinham pelo caminho. Só planejavam o mal, e só tinham interesses em praticarem a maldade.
    Mas, a Beatriz, o Henrique e toda aquela turma, a única coisa que queriam era o bem. E, o Henrique, falou:
    - Bom, logo nós nos encontraremos com a dona Cobra e o senhor Caim. Portanto, é importante sermos prudentes e agirmos com a maior prudência.
    E, a Amanda, olhou para o Henrique, e olhou para todos ali, e disse:
    - Tudo bem. Mas, o que se pode ser uma atitude mais prudente diante de tais circunstâncias?
    E, a Beatriz, olhou para ela, e disse:
    - Não dizer nada precipitadamente, e não tomar nenhuma atitude precipitada.
    E, a Beatriz, tinha razão. Não podiam, sob hipótese alguma, tomarem uma atitude precipitada, pois só uma atitude precipitada poderia por tudo ali a perder. Mas como venceriam a dona Cobra e o Senhor Caim?
    E, o momento se aproximava. E, se caso viessem a falharem, poderiam ficarem para sempre aprisionados na casa da dona Cobra e do Senhor Caim, e nunca mais voltarem para suas casas. Tinham que terem um plano para vencerem a dona Cobra e o Senhor Caim, e libertarem os rapazes e as garotas, que estavam sendo escravos da dona Cobra e do Senhor Caim. Mas, para conseguirem tal coisa, não podiam serem seduzidos pela dona Cobra e pelo Senhor Caim. Mas, o que fazer?
    E, nisso a Paulinha, olhou para o céu, e disse:
    - Tive uma idéia.
    E, todos ali olharam para ela. Que idéia a Paulinha deveria ter tido era o pensamento geral enrre eles. Uma idéia; Seria, por acaso, alguma idéia genial, e fantástica, a tal ponto de lhes dar uma vitória?
    E, a Paulinha, falou:
    - A minha idéia é a seguinte: vamos pegar esses matinhos, e quem tiver esse matinho será o escolhido para enfrentar a dona Cobra e o Senhor Caim.
    E, a Beatriz, sua irmã, olhou para ela naquele momento, e talvez até espantada pela idéia dela, e sem querer dar aprovação, e todos vendo a cara da Beatriz, logo perceberam que a Beatriz não tinha gostado nenhum pouco da idéia.
    E, o Henrique, tomando a palavra, falou:
    - Beatriz, todos nós percebemos que você não gostou e não está aprovando essa idéia. Agora, já que não aprovas a idéia, e não adianta negar isso, dê-nos as suas razões para tal posicionamento.
    E, a Beatriz, cruzou os braços, e olhou para todos, e disse:
    - Meninos e meninas, minha irmã Paulinha deu tal sugestão. E, isto, é fato. Mas, porém, não posso concordar, pois se caso for escolhida uma pessoa e esta vir a falhar, quem será responsabilizado aqui pelo que tiver acontecido a esta pessoa. Se for para alguém enfrentar a dona Cobra e o senhor Caim, prefiro que seja eu, pois se algo vier a me acontecer, pelo menos vós podereis irdes embora em busca de ajuda, e até mesmo alertando do que me aconteceu, e eu poderei até mesmo me livrar de tal mal, mesmo na boca da Cobra. Mas, e quanto a vós?
    E, a Aline, tendo ouvido o que a sua irmã mais velha disse, e sabendo bem que a Beatriz era do tipo de garota que gostava de se envolver até mesmo em aventuras perigosíssimas, e já estando preocupada com a sua irmã, falou:
    - Bom, Beatriz, minha irmã, não posso concordar contigo. Tu queres sozinha vencer a dona Cobra e o Senhor Caim. Tu estas achando que sozinha conseguirá vencer o mal. E também discordo da sugestão da Paulinha, nossa irmã. Mas, quando ao seu posicionamento e ao que tu pretendes, não posso concordar. Ambas estão erradas. Se for para vencermos os que praticam o mal, temos que estarmos em união, e juntos, e não em desunião. Não podemos sermos cada um por si e Deus por todos. Mas temos que sermos um por todos e todos por um. Somente assim venceremos o mal. Temos que fazermos o bem para vencermos o mal. O mal só pode ser vencido quando fazemos o bem e quando fazemos o bem unidos.
    E, concordaram com o que a Aline havia dito. E, quando já estavam chegando em frente a casa da dona Cobra, a dona Cobra e o Senhor Caim, apareceram abraçados, como se fossem marido e mulher, e vestidos com roupas da melhor qualidade, aparentando serem pessoas de boa aparência, aparentando serem pessoas honestas e decentes, que amam aos seus semelhantes. Tudo com hipocrisia e com fingimento.
    E, ao verem a dona Cobra e ao Senhor Caim, nem perceberam quem deviam serem, mas acharam ser um casal normal. E, ainda mais, que em seguida, apareceram 2 meninas e 2 meninos, que aparentavam serem filhos e filhas deles, o que não eram.
    E, o Daniel, vendo aquela cena, que parecia ser de uma família feliz e normal como tantas outras, exclamou:
    - Que linda família!
    E, o Henrique, olhou para ele, e disse:
    - Daniel, não se iluda. As aparências enganam. Todo cuidado é pouco.
    E, a Amanda, falou:
    - Henrique, meu primo, mas não é possível que uma família linda como essa seja uma ilusão.
    - É bem possível, sim. Falou o Henrique.
    E, a Beatriz, ouvindo isto, disse:
    - Amanda, minha prima, isto para mim não é nenhuma surpresa, pois os filhos das trevas sabem muito bem se passarem por filhos da luz. Portanto, minha prima, é importante tomarmos muito cuidado ao nos aproximarmos.
    E, a Paulinha, falou:
    - Bom, pessoal, é importante que não briguemos.
    E, o Alberto, falou:
    - Vou ter que discordar da Beatriz e do Henrique. Não creio que seja isso apenas uma armação para nos enganar. Ninguém há que seja tão mal a ponto de conseguir fazer algo bom, ou de ter uma aparência de coisa boa.
    E, a Jennifer, disse:
    - Tens razão, Alberto. Acho que isso é inveja do Henrique e da Beatriz, que por verem uma família feliz, ficaram com inveja.
    E, o Renato, olhando para todos, disse:
    - Não é nenhuma inveja. Mas, vós que estais iludidos pela aparência, e que deixastes que a aparência exterior vos iludistes.
    - Renato. Falou a Rebecca. 0 Você, como sempre, sempre toma o partido errado. A Jennifer, o Alberto e o Daniel tem toda a razão no que dizem. E estão corretos.
    - Concordo contigo, Rebecca. Falou a Aline.
    E, a Beatriz, falou:
    - Vou provar que você Aline e os que estão do seu lado estão iludidos. E, pode me dar isso aí para mim, pois é meu.
    - Não é seu. É meu. Falou a Aline.
    E, a Paulinha, olhou e falou:
    - Beatriz, Aline, Amanda, Rebecca, Jennifer, Daniel, Alberto e Renato, por favor se acalmem, e me ouçam.
    E, olharam para ela. e pararam com aquela briga. E, a Paulinha, falou:
    - Não é assim que devemos agir. Isso é uma vergonha. Estou...
    E nem deu tempo para ela terminar de dizer o que estava a dizer, e a dona Cobra, apareceu, e disse:
    - Crianças, que briga é essa. Estou aqui com minhas duas filhas e com meus dois filhos, e com meu marido, e vós agis dessa forma! Que vergonha! Vossos pais não vos ensinaram a se comportarem? E, vós, mocinhas? Que vergonha! Aonde já se viu mocinhas como vós agindo assim. Vós precisais de aprenderdes a terdes bom comportamento e a aprenderem a se comportarem como boas donzelas.
    E, isto, ela não disse porque queria que se comportassem, ou porque queria os corrigir e a ensiná-los a terem bom comportamento; mas assim o disse para parecer ser uma boa pessoa com bons modos, e para provocar os rapazes a ficarem contra as garotas e as garotas a ficarem contra os rapazes, pois queria os dividir em dois grupos opostos.
    E, o Senhor Caim, se aproximou, e falou:
    - Rapazes, que vergonha que vós me dais! Não tendes nenhum pouco de respeito para com as garotas. Vós achais os fortões e se achais no direito de tratardes as meninas como bem quereis? Vós devíeis vos envergonhais do que tendes feito. Se eu fosse vosso pai, daria agora um puxão de orelha em cada um de vós.
    E, o Alberto, olhando-o, falou?
    - Não conheço o Senhor, mas essas garotas é que são culpadas.
    - Tens certeza? Perguntou o Senhor Caim.
    E, o Alberto, falou:
    - Foram elas que provocaram essa briga toda.
    - É verdade. Falou o Daniel.
    E, a dona Cobra, querendo ampliar a inimizade, pondo as garotas contra os rapazes, falou:
    - Meninas, não dizem nada. Vão ficarem caladas diante das acusações que os rapazes fazem contra vós?: Se defendam, meninas. Vós tendes o direito de apresentarem amplamente a vossa defesa, diante de tais acusações.
    E, a Amanda, olhou para a dona Cobra, e disse:
    - É tudo mentira inventada por eles.
    E, a Beatriz, olhou e falou:
    - Bom, meninos, pode até ser verdade o que dizeis, que temos provocado tal briga. E, se isto for verdade, vos pedimos que vós nos perdoeis, pois não queremos tamanho mal.
    E, o Henrique, falou:
    - Bom, meninas, nós é que somos responsáveis por isto. Nós é que devemos pedir a vós perdão.
    - Nós é que devemos pedir perdão a vós. Falou a Amanda.
    - Vós não tendes que pedir a nós perdão. Falaram os meninos. - Mas nós a vós. Complementaram eles.
    E, nisso se perdoaram mutuamente, o que acabou deixando a dona Cobra e o Senhor Caim furiosos. E, o Senhor Caim, olhando para aquela turma, disse:
    - Que papelão! Como podem manterem a amizade dessa forma e ficarem a se perdoarem uns aos outros? Vós rapazes, sois fracotes. Vou vos ensinar a serem homens de verdade.
    E, o Henrique, tomando a palavra, com coragem e ousadia, falou:
    - Bem sei quem vós sois. Sois o Senhor Caim e a dona Cobra, e quereis que briguemos entre nós e que fiquemos sendo inimigos.
    - Que é isto? Falou a dona Cobra. - Somos um casal normal. Desculpe pelo que o meu marido falou. Foi só para vos testar, para saber se sois pessoas direitas.
    E, a Beatriz, já desconfiada, olhou bem para os olhos da dona Cobra, e disse:
    - Não adianta querer nos enganar. Jamais o mal vencerá o bem. Essas meninas e esses meninos que vós tendes tratado como se fossem vossos filhos e filhas, na verdade são rapazes e garotas que roubastes para vós. E fiqueis sabendo que não nos dividiremos.
    E, nisto o Senhor Caim, pegou a Beatriz pelos braços, e a segurou bem forte, o que fez com que o Henrique se levantasse para defendê-la. Mas, dona Cobra, que na verdade era uma Serpente, e por isso se chamava dona Cobra, se pôs na frente, e ameaçando atacar o Henrique, e o envenenar. E, nisso, a Beatriz, tentou com todas as suas forças se desvencilhar do Senhor Caim, mas não conseguia, pois ele era muito forte. E, ele, lha disse:
    - Bom, garota, acabou sua gracinha. Diga adeus para seus amiguinhos.
    E, a dona Cobra, falou:
    - Se você tentar escapar vou comer suas irmãs, seus irmãos e toda essa sua turma no jantar, e diante de ti, Beatriz.
    E, a Beatriz, corajosamente, disse:
    - Ainda que me maltrates, e que torça o meu braço, e quebre as minhas pernas, ainda assim, eu vos garanto, que o vosso fim está próximo, e o fim de todas as vossas maldades já chega, pois o Deus Todo-Poderoso há de fazer justiça, e há de nos dar a vitória contra vós.
    E, nisso, a Paulinha, pegou um pau, e falou:
    - Dona Cobra, acabou os seus maléficos planos.
    E, atingiu com aquele pau a cabeça da dona Cobra, e a feriu de tal maneira na cabeça, que naquele momento, a cabeça da dona Cobra se rachou ao meio, e a dona Cobra caiu morta ao chão. E, o Senhor Caim, naquele momento, tentou fugir com a Beatriz, mas o Henrique tacou-lhe uma pedra, que atingiu sua cabeça, e a Beatriz, com isso, conseguiu escapar de suas mãos, e o Albertino feriu-lhe a cabeça, e pegaram uma corda, e o amarraram, e muito bem amarrado.
    E, em seguida, todas as garotas e os rapazes que eram escravos, foram libertos, inclusive aquelas duas meninas e aqueles dois meninos.
    E, o Jeferson, se vendo livre, falou:
    - Obrigado. Finalmente estamos livres.
    E, o Elias, falou:
    - E o que faremos com a dona Cobra.
    E, a Tatiane, respondeu:
    - A enterraremos. E, de uma coisa eu tenho certeza: Nunca mais veremos a essa malvada.
    E, a Margarida, falou:
    - Vamos derrubar tais casas.
    - Bom, quanto a isto, Margarida, deixemos para que o Conselho de Anciães decida. Agora temos que chegar lá pelos lados do Castelo do Chapelão. E, é para lá que devemos seguir.
    E, nisso, a Aline, veio ali correndo, e disse:
    - O Senhor Caim acabou de fugir, e sozinho, e disse que voltaríamos a nos encontrar.
    E, a Beatriz, a Paulinha, a Amanda e a Jennifer se entreolharam. E, a Beatriz, disse:
    - Bom, isso vai nos trazer problemas futuramente.
    E, o Henrique, falou:
    - O importante é que agora estamos todos bem. Quanto ao Senhor Caim depois nós trataremos.
    E, logo partiram dali rumo aos lados do Castelo do Chapelão.

      Data/hora atual: Qua Set 20, 2017 12:09 pm