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    As Aventuras de Beatriz - Nono Capítulo

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    CHX
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    As Aventuras de Beatriz - Nono Capítulo

    Mensagem por CHX em Sab Jan 08, 2011 5:58 pm

    E, a Beatriz ficou ali na árvore e esperou irem para longe, e depois desceu, e falou para si mesma: "Justamente pior do que eu desconfiava. Então são assim às coisas aqui. Mas, aonde será que está esse contrato Número 13559?"
    E, marcou bem o número 13559. Um número bem estranho. E, uma garotta passeando juntamente com uma outra, falou:
    - Você já foi ao quarto da Diretora?
    - Ninguém pode ir lá, Regiane Cristina.
    - Por que será, Camila Sarita? Perguntou a Regiane Cristina.
    E, a Beatriz, fazendo que vinha atrás dela, lhas perguntou:
    - Qual é o número do quarto da Diretora, já que não se pode ir lá?
    - 13559. Respondeu a Camila Sarita.
    - 13559. Falou a Beatriz. - 13559.
    - Ficou louca, Beatriz. Falou a Camila Sarita.
    E, a Regiane Cristina, falou:
    - Camila Sarita, de tempos em tempos aparece alguém por aqui com paranóias. Essa não é a primeira vez e não será a última.
    E, a Beatriz, foi para o pátio, e se perguntando se o tal contrato de verdade não estaria no quarto da Diretora.
    E, ela, a Beatriz, disse para si mesma: "Mais uma dica importante. A cada segundo se fica mais próximo o momentro de o caso estar esclarecido."
    Mas, ir ao quarto da Diretora não seria nada fácil. E, o que responder ou dizer a Diretora se caso fosse encontrada no próprio quarto dela, e mexendo nas gavetas dela? Mas, ela tinha que desvendar todo o mistério que envolvia esse internato.
    O quarto da Diretora não s eguia a ordem numérica normal de todos os quartos dali do Internato, e o que a Beatriz não sabia, é que para ir para o tal quarto teria que passar por um verdadeiro labirinto, pois incluía um labirinto.
    E, era justamente por causa do labirinto que nenhum dos internos ali ousava tentar ir ao quarto da Diretora. Era muito fácil se perder, e além disso havia armadilhas e perigos que ninguém imaginava. Somente a Diretora sabia o caminho e sabia como ir, e como a Diretora quando ia ia muito rápido, era muito difícil alguém segui-la. E, além disso, a Diretora havia posto um certo holograma ali para enganar quem ousasse a seguir por aquele labirinto.
    E, logo a Beatriz, soube disso tudo, ouvindo as conversinhas. E, ela, perguntou:
    - E o que se dará a quem conseguir vencer esse obstáculo?
    E, um dos rapazes, o Marcelo Oliveira, lha disse:
    - Desista, menina, pois ninguém jamais descobriu. E, o máximo que conseguirá é morrer no labirinto. É melhor ficar aqui quieta. E por que queres chegar até o quarto da Diretora?
    E a Beatriz, olhou para ele, e lhe disse:
    - Tenho minhas razões para isso. E, caro Marcelo Oliveira, devias se envergonhar em sendo um homem, não ter a mesma coragem de uma garota como eu. Devias, rapaz, ter mais coragem do que eu. Isto sim.
    E, a Beatriz pegou um pau, e mais algumas coisas de que necessitaria. E, a Aline, sua irmã, lhe perguntou:
    - Parece que vais a uma guerra, Beatriz.
    0E, a Beatriz, lha disse::
    - Bom, Aline, minha irmã, irei para mais uma de minhas inúmeras aventuras.
    E, tão logo, a Beatriz viu a Diretora se dirigindo na direção de onde costumava ir dormir, resolveu segui-la, mas, sem ser notada, E, a Diretora entrou num labirinto, era um enorme labirinto, cheio de armadilhas. E, a Beatriz conseguiu a seguir enquanto não havia viradas, o que durou apenas 15 metros. E chegando aonde a Diretora havia virado viu que tinha várias passagens num mesmo local. E, olhou para trás, mas já não via mais nada para trás. Agora, o caminho era só em frente. Não tinha mais como voltar atrás, e não podia errar. Agora, ela estava sozinha.
    E, olhou e entrou por uma entrada bem complicada e nada agradável, e logo já viu um osso, que devia ser de um rapaz que por ali havia entrado, mas não sobreviveu.
    Já não podia voltar atrás. Começou a se movimentar com todo cuidado, com toda a prudência necessária.
    E, não sabia o que a esperava logo a frente. Não sabia os desafios que deveria enfrentar, ou o quê enfrentar.
    Cabe aqui informar aos nossos leitores, que aquele labirinto era muito diferente de todo e qualquer tipo de labirinto, e era muito espaçoso em certas partes, era um labirinto bem diferente de qualquer tipo de labirinto que já tenham visto. Tenham isso em mente.
    Voltemos ao ponto em que paramos. E de repente, ela viu várias cobras, e cobras de todos os lados. E, agora? O que ela poderia fazer ali no meio de todas aquelas cobras, cobras terríveis, e prontas para dar o bote.
    Mas, ela não era de ficar com medo. Como poderia ter tantas cobras assim por ali? Será que não seria apenas holograma? E, ela pegou um pau, e bateu numa daquelas supostas cobras. E, nisso viu que havia desaparecido.
    Mas, como havia desaparecido? Pensou e refletiu, ficou alguns segundos olhando, e vendo que aquelas cobras pouco se movimentava. E foi daí que percebeu que só devia haver uma única cobra por ali, e o restante das cobras devia ser apenas holograma dessa única cobra real e que ali existia.
    Mas, como saber qual era a verdadeira cobra que por ali existia? Como ter certeza disso? E se houvesse mais de uma cobra na realidade? E um monte de perguntas ela fazia para si mesma em pensamentos.
    Ela bem sabia que tinha que vencer todo aquele obstáculo. Ela não podia voltar atrás, não podia voltar atrás e bem sabia disso.
    E, nisso, ela pegou o pau que levava e começou a atacar cobra por cobra, até que todas as cobras holográficas desapareceram. E, no final só restou apenas uma cobra, bem grande, uma cobra de uma espécie diferente, a qual ela nunca tinha visto, e a qual não havia em nenhum outro local, mas que ali estava.
    E, aquela cobra era astuta demais, e ficou imóvel, querendo parecer que estava morta. Só queria um pouco de distração da Beatriz para dar um bote nela.
    E, a Beatriz, se lembrou dos conselhos de sua vó e de seu vô, de agir com prudência, de não se enganar com a mansidão aparente de uma cobra. E, ela olhou bem para a cobra, e fez um movimento de leve na direção da cobra para ver se a cobra se movimentava, e sempre de olho na cobra. E, toda aquela cena era de um processo bem devagar e lento, com o máximo cuidado. A cobra não estava para a brincadeira. E, a Beatriz queria acertar o pau bem na cabeça da cobra para a matar. Tinha que matar a cobra, se só a ferisse, a situação se complicaria mais ainda, pois a cobra ficaria furiosíssima.
    E, chegou-se o momento: a Beatriz pegou o pau, de leve foi se movimentando, e a cobra se preparou para atacar, e se a Beatriz falhasse, poderia dar adeus a vida. Mas, ela não tinha outro jeito. Ou enfrentava a cobra, ou enfrentava a cobra.
    De repente, com toda a força que tinha, a Beatriz girou o pau e atacou a cobra, e acertou bem na cabeça da cobra, ferindo a cobra, e para ter certeza que tinha matado a cobra, com o pau destruiu totalmente a cabeça da cobra, a matando de vez, sem dar chances de reação, e fez a cobra em pedacinhos.
    E, após isso, falou:
    - Um obstáculo vencido. Qual será o próximo?
    E, continuou a andar por aquele labirinto, e após uns 20 metros chegou a uma zona, em que se podia ficar com sono, e logo viu meninas e meninos ali, no chão, dormindo, e sem saber aonde estavam, e ela começava a sentir um espírito de sono.
    E, agora, nem a espada adiantaria. Agora, ela tinha que se manter em pé. Teria que resistir ao espírito de sono que ali havia. Não seria uma tarefa nada fácil.
    Bom, e nesse ponto, a Senhora Diretora, lá no quarto dela, olhando para o labirinto, falou:
    - Bom, essa menina pode ter vencido meus cavaleiros de metais, pode ter vencido as minhas plantas grudentas, mas do sono ela não escapa. Aí ela vai cair do galho. Coitadinha dela, coitadinha da Beatriz, vai ficar dormindo eternamente ali, e vai passar os anos sem envelhecer e dormindo como uma princesinha valente e guerreira.
    E, lá na zona do sono, a Beatriz começou a falar consigo mesma em voz alta e a cantar para espantar o sono. E, começou a dizer: "Não tenho medo de ti, ó sono. Tu não me pegas".
    E, após passar por essa zona, se viu diante de caixas de doces. E estava com muita fome.
    Mas, olhou tudo aquilo, e disse: m "Não seja gulosa, Beatriz. Ficar comendo muito faz mal. Não vás a comer isso. Isso pode estar uma delícia, mas não é para ti."
    E viu alguns meninos e meninas que estavam ali comendo, e não saiam da mesa, e notou que viviam a trocarem de lugar. E, perguntou-lhes:
    - Por que estais a comer, e não parais de comerdes?
    E, uma menina, a Amábile Susan, lha respondeu:
    - Temos que comer. Temos que comer. Temos que comer. Temos que comer. Temos que comer.
    E, todos os outros, disseram em coro:
    - Temos que comer. Temos que comer. Temos que comer. Temos que comer.
    E, ela nisto, percebeu que aquela comida fazia com que só pensassem em comer e dissessem tão somente aquilo que ela escutava. E, isto, lha serviu de aviso. E, ela, foi passando. E, começaram a dizer para ela:
    - Coma. Coma. Coma. Coma. Coma. Coma. Coma. Está muito delicioso. Está muito delicioso. Esta muito delicioso.
    Mas, ela resistiu, e nada comeu. E continuou, e logo saiu daquela parte. Aquele labirinto era muito esquisito e muito espaçoso. E, também, era muito perigoso.
    E, tão logo passou pela parte da comida, chegou a parte da ´água, e havia muitos potes cheios de água. E, ela mesmo estando com sede se recusou, mas logo começou a soluçar. E, um rapaz, falou:
    - Beba esta água. Todos nós estamos a beber. Beba, menina, e mata a sua sede.
    E, os restantes começaram a dizerem:
    - Beba esta água e mate a sua sede. Beba água. Água boa para se beber.
    E, ela ia beber, mas olhou para os lados, e falou:
    - Não beberei desta agua. Não beberei. Não beberei, pois esta água não é boa para mim.
    E, foi indo, e não bebeu, e finalmente encontrou a saída do labirinto, e tão logo saiu, viu o quarto 13559, o quarto da Diretora.
    E, tão logo ali chegou, a Diretora abriu a porta, e falou:
    - Beatriz, que bom que chegou ao meu quarto. Sabua que tu virias.
    E. a Beatriz, a olhou, e lha disse:
    - Bom, Senhora Diretora, tu bem sabes, pelo jeito, a razão pela qual vim aqui.
    E, a Diretora, lha disse:
    - Aqui acaba sua profissão de detetive, Beatriz. Podes ter vencido todos os obstáculos, mas aqui acabou.
    E a Beatriz, falou:
    - Não, ainda não acabou. Bem sei qqual é o segredo.
    - Que segredo? Perguntou a Diretora.
    - O Segredo. O Segredo que impede a todos de sair desse internato. Falou a Beatriz.
    - Não sei de nenhum segredo, Beatriz. Falou a Diretora.
    E, nisso, a Beatriz pegou a espada. E, a Diretora, falou:
    - Não vai me ferir.
    E. a Beatriz, falou:
    - Não irei te ferir. Mas, me dá licença.
    E, a Diretora, falou:
    - Não vás fazer isso, menina. Tu não sabes o que estás a fazer? Tu não queres destruir a todos.
    E, a Beatriz, falou:
    - Passando pela zona de sono percebi que tudo não passa de encantamento. E, com certeza esse contrato de 13559 não passa de um contrato de encantamento; E, bem sei de que mantém todo esse encantamento, pois assim recebe dinheiros dos pais dos alunos e alunas, e consegues se enriquecer, e manter todos aqui como sendo propriedade tua e de toda a sua quadrilha, e tenho provas quanto a isso.
    E, a Diretora levantou a mão para pegá-la, e nisso, ela, a Beatriz, com a espada feriu o número 13559, e quebrou em seguida a porta, e nisso se houve um barulho. E, a Diretora, falou:
    - Agora vai tudo explodir dentro de uma hora., menina. Vistes o que acabastes de fazer. Mas, você vai junta comigo.
    - Não irei. Respondeu a Beatriz.
    E, a Beatriz, empurrou a Diretora para o quarto 13559, e saiu correndo, e gritanto:
    - Todos para fora.
    E, logo os meninos e meninas que estavam no labirinto, retornaram a consciência, e saíram corendo em direção do pátio.
    E, ao se encontrarem no pátio do Internato, a Beatriz, falou:
    - Todos saíam para fora do Internato, e esqueçam tudo o que aqui tiverem, pois esse internato vai explodir e vai ser extinto. Fujam para longe da Floresta.
    E. todos saíram correndo, inclusive quem tinha vindo com ela até ali no internato.
    E, ela estava quase saindo, quando a Diretora fechou o portão, e falou:
    - Você fica, Beatriz.
    E, a Beatriz, falou:
    - Não ficarei.
    E, a Diretora, falou:
    - Está tudo trancado. Você será minha nova aluna, e a minha primeira aluna. Não podes sair daqui, Beatriz.
    E, o Vítor Francisco, ex dono daquela espada, falou:
    - Beatriz, lance essa espada na direção do sol, e dê um pulo na direção dessa bruxa. Faça isso, pois está é a sua única chance. Há anos atrás eu tive tal oportunidade e perdi. E essa espada foi pega por um rapaz ignorante, e agora é sua. Faça isso, menina. É sua única chance.
    E, a Beatriz, lançou a espada na direção do sol, e foi para cima da diretora, e de repente, viu a espada vindo em sua direção, e com a espada em mãos, cortou o portão de cima a baixo, e saiu, e a Diretora que era bruxa, gritou? "Não!";
    Mas, já era tarde demais.
    E, a Beatriz, e toda aquela turma, foram correndo por aquela estrada, até que voltaram a mesma estrada da ex casa de Caim e da dona Cobra. E, de longe viram todo o Internato se explodir em chamas. Era o fim daquele Internato.
    E, todos os internos daquele internato tomaram o rumo de suas casas. Mas, a Beatriz e sua turma, tomaram novamente o rumo do Castelo do Chapelão.

      Data/hora atual: Sex Nov 17, 2017 2:20 pm